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Começámos a comercializar licenças de uso do Saturno V.
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Direito de uso do Saturno V Versão para impressão Enviar por E-mail
Artigos - Investimentos
Escrito por Melao   
Domingo, 21 Fevereiro 2010 08:23

Os resultados obtidos com as versões 4.x em contas reais e demonstrativas estão acima das expectativas que tínhamos com base nos back tests, inclusive as perdas ocorridas em 18/12/2009, ocorreram igualmente nos back tests rodados no mesmo período e nas contas demonstrativas. Nos períodos de crescimento, as contas reais estão um pouco acima do que havíamos conseguido nos back tests, o que não chega a ser surpresa e se deve, em parte, ao fato de termos usado nos back tests spreads maiores do que a média dos spreads reais, justamente com a finalidade de que os resultados reais não fossem menores e, talvez, fossem até maiores, como de fato está sendo constatado. Usar spreads maiores nos back tests é como amarrar pesos nas pernas para treinar artes marciais, a fim de deixar os chutes mais potentes e mais rápidos na situação real, quando os pesos são removidos.

Quem tem acompanhado de perto todas as etapas de desenvolvimento do Saturno, sabe o que temos em mãos, sabe o que está por vir e sabe que está muito próximo de acontecer. As incertezas e inseguranças necessárias em todas as investigações científicas sérias e imparciais foram progressivamente substituídas por confirmações e validações, que costumam coroar de sucesso os projetos bem fundamentados. As evidências que se acumulam são cada vez mais fortes, e os poucos percalços servem como motivação para redobrar a atenção nos detalhes em que ainda pode haver imperfeições. O Saturno V 4.x, nas versões e configurações selecionadas para uso, apresenta uma relação risco/recompensa tão acima das demais alternativas de investimentos, e sua estratégia se baseia em princípios tão fundamentalmente diferentes de qualquer outra vista até então, que leva a pensar que existam 3 níveis de investimentos e investidores:

1) Os randômicos, que representam a esmagadora maioria. São os que ganham e perdem aleatoriamente, e ao descontar corretagens e spreads, acabam afundando aos poucos. A maioria dos fundos está nesse nível. Alguns fundos e traders ficam abaixo desse nível e perdem mais do que ganham, além das perdas com corretagem e spreads.

2) Os que descobriram alguns padrões que se repetem e, a partir daí, conseguem monitorar o Mercado de modo a identificar quando os tais padrões estão começando a se formar, e assim acertam um pouco mais do que erram. Com isso atingem rentabilidades perto de 2% ao mês e risco no limiar do que é aceitável para não quebrar. Quase todos os melhores fundos do mundo parecem estar nesse nível, com rendimentos de no máximo cerca de 2% ao mês em média, em períodos de 5 ou 10 anos.

3) Os que descobriram certas propriedades gerais do Mercado e, com isso, podem inferir propriedades gerais dos padrões que se formam. Não buscam padrões particulares, mas sim qualquer padrão que atenda às condições gerais, inclusive padrões novos. Conseguem um nível de acerto tão alto que podem se dar o luxo de montar estratégias de vários tipos diferente, explorando diversas características de cenários típicos e exóticos, inclusive alguns cenários inéditos, desde que as propriedades gerais necessárias se mantenham. Poucos na histórica conseguiram isso, entre os quais Livermore e Marty Schwartz, cujos níveis de ganho eram considerados quase irreais, frequentemente chegando ou ultrapassando 1000% ao ano, com risco relativamente baixo. É outro nível de trading. Eventualmente surgem casos que parecem estar neste nível, mas duram poucos meses e afundam. Os testes com Saturno estão confirmando cada vez mais que não se trata de mera sorte. O conjunto de resultados se avoluma cada vez mais para corroborar o que já suspeitávamos há algum tempo. O Saturno V, para volumes de até alguns poucos milhões de dólares, pode ter rentabilidade estável, consistente e num patamar que talvez não seja igualado por nenhum trader de nossa geração, só encontrando paralelos em figuras lendárias como os já citados Livermore e Schwartz. As versões 4.x do Saturno V não apenas ganham sistematicamente, como também confirmam de forma cabal que o Mercado não é browniano e métodos quantitativos podem sobrepujar com folga as análises fundamentalistas, refutando as teses defendidas por muitos acadêmicos. De certo modo, os fundos de hedge também tentam se basear em propriedades gerais do Mercado, porém o fazem de maneira completamente diferente e superficial, tentando “enganar” o Mercado e tirar proveito de “brechas nas regras”, enquanto o Saturno tenta “entender” o Mercado e ganhar independentemente de qualquer brecha.

Agora criaremos um fundo e queremos também abrir um banco. Em alguns países, o capital social mínimo para abrir um banco é de apenas US$ 500.000,00, de modo que isso talvez seja feito em poucos meses. O fundo será aberto exclusivamente a cotistas e o rankeamento do fundo em sites como MorningStar http://screen.morningstar.com/FundSearch/FundRank.html servirá também para divulgar nossos resultados ao mundo, ganhando visibilidade perante todos os potenciais compradores de licença de uso, entre outras possíveis propostas de negócios que venhamos a receber.

Em 31/12/2009 foram encerradas as vendas de cotas. Após o encerramento, houve procura muito acima dos períodos anteriores. Pensando na abertura do banco e também visando atender a pelo menos alguns que estiverem sinceramente interessados em cotas, sem, no entanto, me desfazer de novas cotas, considerei algumas possibilidades: a primeira é vender direito de uso do Saturno V para que possam investir capital próprio, sem que haja direito à participação nos lucros de vendas de licença, algo como uma “mini-concessão de uso”, que difere da cota e difere da licença de uso, conforme será explicado mais adiante. A segunda é a venda de cotas com prazo definido, além do qual os benefícios se extinguem. A terceira é ofertar uma quantidade reduzida de cotas “normais”, exclusivamente a quem já está em processo de negociação iniciado antes de 31/12/2009. Assim, será considerada a seguinte situação:

1) A partir de 15/3/2010, cotistas continuam a ter a possibilidade de compra de novas cotas até atingir o limite máximo de 0,3% de cotas disponíveis para venda (não 0,3% por cotista, mas sim 0,3% no total disponível), tendo prioridade para compra os cotistas que possuírem maior quantidade e, como segundo critério para desempate, que sejam cotistas há mais tempo. Os valores das cotas a partir de 15/3/2010 passam a ser R$ 158.760,30 por 0,01% e serão atualizados (em reais) conforme o valor (em dólares) da conta 222*** de M. Cortes. Assim, o valor da cota de 0,01% passa a ser obtido por meio da conversão do balanço desta conta em dólares para o mesmo número em reais, e multiplicado o resultado por 10. Exemplo: o saldo atual é US$ 15.876,03, então o valor da cota de 0,01% é R$ 158.760,30. A previsão de crescimento aproximado no valor da cota é cerca de 7% ao mês, conforme performance da conta que será adotada como parâmetro. Se esta conta for fechada, extinta, ou por qualquer razão não puder continuar a servir como parâmetro, entrará em lugar dela outra similar, preferencialmente com mesma versão do Saturno V 4.3 e mesma configuração, ou outra que seja considerada mais adequada a este propósito. Negociações pendentes com cotistas em que não haja um acordo verbal ou por escrito já firmado até esta data, nem tenha sido parcialmente consumado o acordo, serão automaticamente canceladas em 15/3/2010, ficando aberta a possibilidade de nova negociação com base nas novas condições. Negociações que já estejam confirmadas ou parcialmente concluídas, permanecem conforme foram acordadas.

2) A partir de 15/3/2010, não-cotistas que tenham demonstrado interesse de compra antes de 31/12/2010 terão à disposição 0,1% de cotas para compra, a valores crescentes em progressão geométrica de ordem 2, começando por R$ 159.000,00 pela primeira cota de 0,01%, R$ 318.000,00 pela segunda cota de 0,01%, 636.000,00 pela terceira cota de 0,01% e assim sucessivamente, dobrando o valor a cada venda, até se esgotarem os 0,1%. Negociações pendentes com não-cotistas serão automaticamente canceladas em 15/3/2010, ficando aberta possibilidade de nova negociação com base nas novas condições. Negociações que já estejam parcialmente concluídas, permanecem conforme constar no contrato.

3) As cotas emitidas a partir de 15/3/2010 terão prazo de validade. Após expirado o prazo, extinguem-se os benefícios inerentes a estas cotas. O prazo não afeta as cotas emitidas até 31/12/2010, que são vitalícias e hereditárias. O prazo para as novas cotas será definido em breve.

4) Com a extinção das cotas com os direitos integrais, criamos as “mini-concessões de uso” que dão direito a investir usando algumas versões do Saturno V, mas não todas, e não dão direito à participação nos lucros provenientes das vendas de licenças, nem dos lucros provenientes de outros investimentos de outros cotistas. Estas mini-concessões conferem aos portadores o direito de investir capital próprio e 50% do lucro que exceder o CDI, bem como recebem uma cota simbólica de 0,000000000000000000000001%. O valor (em reais) de uma mini-concessão é 10/3 do valor (em dólares) da conta 222*** de M. Cortes. Assim, o valor da mini-concessão de 0,000000000000000000000001% passa a ser obtido por meio da conversão do balanço desta conta em dólares para o mesmo número em reais, e multiplicado o resultado por 10/3. Exemplo: o saldo atual é US$ 15.876,03, então o valor da mini-concessão de 0,000000000000000000000001% é R$ 52.920,10. Essa nova modalidade de produto, a mini-concessão, vem também satisfazer a algumas pessoas que não apostavam na venda da licença de uso e queriam apenas comprar o direito de investir capital próprio, de modo que agora podemos atender a seus objetivos sem necessidade de que paguem por algo em que não acreditam, que é o direito a lucros sobre as vendas de licenças. O fato de eu, particularmente, apostar nos lucros resultantes das vendas de licença como principal rendimento a curto prazo, não obriga outros a que pensem do mesmo modo.

5) Também consideramos a possibilidade de que o prazo para expirar as cotas emitidas após 15/3/2010 não anule todos os benefícios inerentes à cota, mas apenas alguns destes benefícios. Por exemplo: depois de um certo prazo (5 anos, por exemplo), os possuidores das cotas emitidas após 15/3/2010 deixam de ter direito a lucro sobre vendas de licenças e sobre investimentos de outros cotistas, mas conservam o direito de investir capital próprio com algumas (ou talvez todas) versões do Saturno V.